OMIRI transforma recolhas audiovisuais de tradições portuguesas em matéria de composição e improvisação. Vasco Ribeiro Casais cruza vozes, instrumentos e paisagens sonoras num concerto de imagem e remix.
Na sua edição de estreia, o Jazz na Linha coloca o Jazz Português no centro da programação, ao longo de três dias de festival na Linha de Cascais Com uma proposta que convida à descoberta e à celebração da criação nacional, o festival procura aproximar públicos e músicos, proporcionando um espaço de encontro entre diferentes gerações, percursos e linguagens do jazz.
Fígaro ajuda o Conde Almaviva a conquistar Rosina, contrariando os planos do tutor Bartolo. A ópera cómica de Rossini constrói a história através de disfarces, equívocos e passagens de virtuosismo vocal.
Inspirado nas paisagens de Trás-os-Montes, Pasto cruza circo contemporâneo e instalação em movimento. Com direção artística de Bruno Machado e interpretação de Tjasa e André Borges, usa o pastoreio para explorar fragilidade, manipulação, fé e liberdade.
A Bola Negra entrelaça três homens de épocas diferentes através de desejo, dor e herança. A narrativa inspira-se numa das últimas obras inacabadas de Federico García Lorca.
Joana Almeirante apresenta o seu percurso como cantora, compositora e instrumentista. Canções como Bem Me Quer e Dois Corações Partidos antecedem a nova fase anunciada por Soamos Todas Iguais.
HOP-NATION, de Miguel Ferreira, imagina um Portugal distópico onde o Líder e o Bobo da Corte disputam um novo regime. A curta-metragem inspira-se num conto de Edgar Allan Poe.
Michael Showalter adapta o romance de Colleen Hoover sobre Lowen, uma escritora contratada para concluir os livros de Verity Crawford. Ao descobrir notas autobiográficas perturbadoras, Lowen passa a questionar a história da família, num filme com Dakota Johnson, Anne Hathaway e Josh Hartnett.
Jel assinala trinta anos de carreira e vinte anos de Vai Tudo Abaixo no seu segundo solo de stand-up. Quem Te Viu e Quem Te Vê reúne histórias dos bastidores do programa e observações sobre as mudanças no país e na sua própria vida.
Maria, do Teatro do Vão, é um monólogo sobre uma mulher que perde um filho e precisa de falar para preservar a memória e imaginar o futuro. A partir de O Testamento de Maria, de Colm Tóibín, o espetáculo aborda luto e identidade, centrando-se na experiência humana da personagem.
Sara Barros Leitão e a Cassandra revisitam a história do aborto em Portugal através da solidariedade entre mulheres e das redes de conhecimento partilhado. Julgamentos, referendos e mobilização social atravessam esta criação sobre as mudanças vividas no país.
João Vasco, Pedro Lopes e Fernando Costa interpretam o repertório de «1996», de Ryuichi Sakamoto, num trio de piano, violino e violoncelo. Videoarte acompanha a música nesta homenagem ao compositor japonês.
Os Virgem Suta revisitam o seu repertório em formato acústico com «Sala de Estar». Guitarras e vozes dão novas versões a temas como «Linhas Cruzadas», «Dança de Balcão» e «Tomo Conta Desta Tua Casa».
A adaptação do poema de Homero acompanha Ulisses no regresso a Ítaca depois da Guerra de Troia. Deuses e monstros atravessam uma viagem em que tenta reunir-se com a mulher e recuperar o reino.
Um casal procura abrigo de um terramoto e confronta os seus próprios silêncios. A peça explora comunicação, disputas de poder e a fragilidade das relações.
João Só e Tiago Nogueira partilham canções que marcaram o seu crescimento, em português e noutras línguas. Entre música e conversa, o repertório atravessa artistas como Billy Joel, Quinta do Bill, Barbra Streisand e Bárbara Bandeira.
Jazzopa cruza jazz, hip-hop e spoken word; o Ensemble Festa do Jazz, com Mané Fernandes, explora groove, experimentação e eletrónica. Dois projetos aproximam composição e improvisação coletiva.
Concerto de gala do Festival Internacional de Clarinete com a Orquestra Sinfonietta de Castelo Branco, dirigida por Bruno Cândido. Florent Héau, Roman Widaszek e Javier Llopis apresentam-se como solistas.
José Nunes e Luca Argel cruzam teatro e música num espetáculo inspirado em Chico Buarque e Bertolt Brecht. Uma relação amorosa inesperada expõe preconceitos familiares e interroga a construção da memória.
Quartetos de cordas reinterpretam temas dos Metallica num concerto à luz das velas, incluindo One, Enter Sandman, Master of Puppets e Nothing Else Matters.
Lívia Mattos apresenta Verve em trio, com acordeão e voz, tuba de Jefferson Babu e bateria de Rafael dos Santos. O repertório reúne o álbum homónimo e trabalhos anteriores, cruzando matrizes brasileiras, composição e improvisação.
David Antunes leva o podcast Canta-me uma História ao palco, acompanhado por Emanuel Moura, Carolina Ligeiro e convidados. Conversas, histórias e humor estruturam esta versão ao vivo.
Os irmãos gémeos Ashley e Brandon Watson apresentam The Ocelots em Chaves. O duo irlandês trabalha o folk contemporâneo através de harmonias vocais e de uma interpretação próxima do público.
A Associação Cultural Louzan homenageia Marco Paulo com versões corais e instrumentais dos seus sucessos. Cinco coros da região Centro juntam-se ao grupo Ponto e Vírgula, ao pianista Jorge Marinheiro, a sopros da Sociedade Filarmónica Lousanense e a Pedro Santos, com arranjos de Rui Ferreira.
O Filomúsica Ensemble reúne cantores e instrumentistas ligados ao Teatro Nacional de São Carlos e à Orquestra Sinfónica Portuguesa num concerto lírico entre ópera e música de câmara.
Era Uma Vez o Fado percorre diferentes expressões musicais do fado. O espetáculo parte das várias versões sobre a sua história para explorar as origens e a identidade deste género.