O povo da montanha
- Próxima data
- Local
- Teatro José Lúcio da Silva · Leiria
- Bilheteira
- Teatro José Lúcio da Silva
Resumo editorial
Teatro
Teatro físico, barro, bambu e música ao vivo de Surma dão forma a uma reflexão sobre uma comunidade afastada da sua terra. A criação inspira-se em Colin Turnbull e Peter Brook e conta com a presença cénica de Nuno Viegas.
A carregar sessões e disponibilidade…
Descrição oficial
Espetáculo com Língua Gestual Portuguesa e Audiodescrição (AD) | Folha de Sala Acessível O reconhecimento de palco para o público que utiliza audiodescrição realiza-se às 20h30 horas Um povo é forçado a abandonar o seu território para dar lugar ao progresso. Proibidos de caçar, afastados da terra que os sustentava, os corpos transformam-se, tentam resistir, enquanto a espiritualidade se esvai. Um olhar estrangeiro procura compreender, mas… o que resta quando tudo é arrancado? Uma viagem sobre a perda, a compreensão, a adaptação… e o que persiste. SOBRE O ESPETÁCULO O Povo da Montanha é um espetáculo físico e visual onde barro, canas de bambu e tecidos se tornam matéria viva de criação, memória e conflito. Inspirado na obra do sociólogo Colin Turnbull e na adaptação dramatúrgica de Peter Brook, propõe uma reflexão poética e profundamente humana sobre a pertença, o colapso e a resistência. No centro da ação está uma figura ancestral — interpretada pelo artista plástico Nuno Viegas — que, enquanto performer, manipula os elementos cenográficos em tempo real. O barro cobre, revela e molda os corpos, transformando-os numa paisagem viva que se constrói e se desfaz diante do público. As canas de bambu erguem linhas de tensão, fuga ou encontro, criando estruturas efémeras que evocam a precariedade de um território em risco. A banda sonora original, interpretada ao vivo pela artista Surma, percorre todo o espetáculo. Entre teclados, samplers, cordas, vozes e loop stations, cria uma ambiência eletrónica, envolvente e inquietante, em diálogo permanente com os intérpretes e com o pulsar da cena. O Povo da Montanha recusa o exotismo e o literalismo, apostando numa linguagem simbólica que cruza teatro físico, instalação plástica e som ao vivo. Uma experiência sensorial sobre o que se destrói — e o que resiste. ESPETÁCULO APOIADO PELA DGARTES/ RTCP
A compra é feita através da bilheteira indicada
Da nossa parte, só observamos e organizamos a informação. Não reservamos nem compramos bilhetes por ti. A disponibilidade pode mudar depois de te enviarmos o aviso.