O Kayzer Ballet apresenta duas coreografias: «Blushing», de Marco Goecke, e «Medea», de Lucia Giarratana. A primeira explora vergonha, timidez e vulnerabilidade através de movimentos rápidos e nervosos; a segunda parte da figura de Medeia para abordar pertença, exclusão e culpa coletiva.
Victor Hugo Pontes trabalha com a Companhia Maior numa criação coreográfica sobre a memória inscrita no corpo e as relações entre gerações. Em palco, intérpretes de diferentes idades cruzam a experiência e os limites físicos do envelhecimento com a lembrança da juventude e da infância.
EURODANCE de Rogério Nuno Costa? EURODANCE é um coreo-documentário pós-apocalíptico que analisa a última década do Antigo Regime, quando o Mundo ainda se escrevia com letra grande, não existia qualquer diferença epistemológica entre Arte e Desporto, e os artistas eram todos backup dancers de uma euro-banda em permanente tour intergalática. Está anunciado como dança em Paredes de Coura.
Akira Yoshida e Lali Ayguadé apresentam um dueto de dança centrado no encontro e na comunicação sem palavras. Através do abraço e da relação entre dois corpos, a peça explora fragilidade, intensidade e superação nas relações humanas.
Em «Onyx», Piny cruza danças de rua e de clubbing, do hip-hop ao vogue, com histórias familiares de migração. A criação combina ritual, performance e imaginação para explorar resistência, género e intervenção política através do corpo.
A Companhia Olga Roriz e o Living Space Theater apresentam «Something is Resisting», uma criação sobre o corpo entre a obediência e a resistência. Repetição, cansaço e invenção tornam-se formas de interrogar as regras sociais, o trabalho e a capacidade de agir.
A Companhia Nacional de Bailado propõe um atelier para crianças dos três aos seis anos acompanhadas por um adulto. Inspirada no programa Desassossego, a atividade usa uma arca misteriosa e uma nuvem como pontos de partida para explorar a imaginação através da dança.
A Companhia Nacional de Bailado propõe um atelier de dança para crianças dos sete aos doze anos, com possibilidade de participação de um adulto. Inspirada no programa Desassossego, a atividade parte de uma arca misteriosa e de uma nuvem para explorar imaginação e movimento.
Eeshani Lasya orienta uma introdução ao Bharatanatyam, dança clássica indiana que articula gesto, ritmo e expressão. As quatro sessões exploram gestos das mãos, movimentos isolados do corpo, estruturas rítmicas e a representação de emoções.
O Vertigem Pole & Aerial Fest reúne atuações de pole dance e dança aérea. O espetáculo cruza dança com acrobacias de origem circense, explorando movimento, suspensão e expressão corporal.
Luísa Saraiva parte de uma canção tradicional cantada no final do trabalho para criar um solo de dança e voz. Cantos de chamamento, gestos e sons ligados à convivência com animais abrem uma reflexão sobre vulnerabilidade, envelhecimento e pertença.
A Gala Terpsícore reúne alunos da Companhia de Dança do Algarve e convidados do Ballet Pilsen e da Companhia Nacional de Bailado. O encontro entre jovens bailarinos e profissionais leva ao palco do Teatro das Figuras uma partilha de diferentes percursos na dança.
Amador Alina Folini cruza dança, corpo e voz numa criação da «Trilogia do Ar». A peça explora o ar como ligação entre seres humanos e ambientes não humanos, relacionando respiração, matéria invisível, toxicidade e transformação.
Duas irmãs revisitam através da dança as memórias da casa onde cresceram. Entre passado e presente, o espetáculo explora uma origem partilhada, percursos distintos e os laços que persistem para lá do espaço familiar.
5,37 €
Cineteatro Municipal João Mota (Sesimbra) · Sesimbra
O Ballet Flamenco de Barcelona apresenta uma leitura contemporânea de «Carmen», sob direção de David Gutiérrez. Flamenco e dança contemporânea cruzam-se numa reflexão sobre liberdade, desigualdade e direitos das mulheres, a partir da personagem de Mérimée e Bizet.
Marina Popova cria uma peça coreográfica sobre vida, morte e a ideia de regresso, livremente inspirada em «Lazarus», de Leonid Andreyev. Dança, narração e música original dos Moon Trashers exploram os gestos, os afetos e os silêncios que ficam depois de uma ausência.