Bernardo Tinoco apresenta Creature Close-up, quarteto com Malina Midera no piano, Minki Cho no contrabaixo e Patrycja Wybranczyk na bateria, num encontro entre lirismo e exploração jazzística. O programa inclui também José Lencastre, saxofonista cujo trabalho cruza composição, improvisação livre e pesquisa tímbrica.
Dona Ofélia reúne Joana G. Silva, Daniel Padrão, Maria Rita Soares e Mariana Gomes num percurso pela evolução do rock. O quarteto cruza rockabilly, rock, pop/rock e jazz neste concerto do circuito OuTonalidades.
O trio Sul reúne Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Bernardo Moreira no contrabaixo e Luís Figueiredo no piano. Em Sul Vol. 2, cruza originais com novos arranjos de música de Pedro Caldeira Cabral, Bernardo Sassetti e Carlos Paredes, entre jazz e tradição instrumental portuguesa.
O violinista Tim Kliphuis apresenta-se em trio, cruzando música clássica, jazz manouche e folk. A improvisação liga estas tradições no trabalho do músico neerlandês.
Bruno Pernadas apresenta “unlikely, maybe”, uma obra em nove temas para secção rítmica, vozes, metais e eletrónica. Maya Blandy, Lívia Nestrovski, Margarida Campelo, Leonor Arnaut e o saxofonista José Soares participam como convidados.
Creature Close-up reúne composições de Bernardo Tinoco que cruzam jazz, pop e improvisação. O saxofonista toca com Malina Midera no piano, Minki Cho no contrabaixo e Patrycja Wybranczyk na bateria.
O violinista Tim Kliphuis apresenta o seu trio no Festival Django Portugal. A proposta cruza música clássica, jazz manouche e folk, com a improvisação a ligar os diferentes repertórios.
Sérgio Figueira e o Quinteto Incantôde apresentam Seréna, com dez composições inspiradas nas pinturas de Luísa Queiroz. Ritmos cabo-verdianos como morna, funaná e coladeira encontram o jazz e a música erudita numa relação entre imagem e som.