«Candlelight: O melhor de Vivaldi» está anunciado como concerto em Academia das Ciências de Lisboa, em Lisboa. Entre no mundo de Vivaldi e descubra a paixão, o drama e a elegância da música barroca. Com algumas das suas composições mais célebres, este concerto Candlelight convida-o a viver séculos de brilho musical.
Yeol Eum Son interpreta o Concerto para Piano n.º 2 de Prokofiev com a Orquestra Gulbenkian. O programa inclui ainda a estreia mundial de uma obra de Carlos Caires, encomendada para o 70.º aniversário da Fundação Gulbenkian.
O guitarrista norte-americano Mike Stern percorre o repertório da sua carreira no jazz. A banda reúne Leni Stern na guitarra, Bob Franceschini no saxofone, Chris Minh Doky no baixo e Dennis Chambers na bateria.
O rapper Beware Jack apresenta novos temas, com participações de New Max e Da Chick, no encerramento das Live Sessions de 2026. O programa inclui também puto bacoco, projeto de Gil da Costa que apresenta «Uma Noite Muito Estranha», cruzando canção de autor, música urbana, ritmos balcânicos e flamenco.
Agnes Nunes apresenta a «Eurotour 2026», cruzando MPB, R&B e forró. O repertório reúne canções dos álbuns «Menina Mulher» e «O Amor e Suas Variáveis», além de novas interpretações de clássicos da música brasileira.
O saxofonista Ricardo Toscano e o pianista João Paulo Esteves da Silva apresentam «The Third Beside Us», o seu primeiro disco em duo. O repertório reúne originais de ambos e incursões pelo jazz português e norte-americano, com espaço para a improvisação entre saxofone alto e piano.
Grant-Lee Phillips apresenta «In the Hour of Dust», o seu 12.º álbum a solo, com canções de escrita pessoal e arranjos depurados. O concerto junta os novos temas a composições de diferentes momentos da carreira do cantor e autor norte-americano. O cantor e guitarrista ficou conhecido com os Grant Lee Buffalo, entre folk rock e americana.
Mães Solteiras apresentam «Puxa-vida», o seu segundo disco num ano. As canções cruzam referências musicais diversas com temas como o trabalho, a tecnologia, a idade e o amor enquanto forma de resistência.
O B2Z Project apresenta música ao vivo num encontro ao pôr do sol. O concerto decorre ao ar livre no Village Underground Lisboa. A programação da sala enquadra esta sessão no house, com entrada gratuita mediante reserva.
Os belgas Fatal Move apresentam o seu hardcore de sonoridade pesada, num programa com duas bandas de Lisboa. Os Outta Spite exploram o beatdown hardcore, enquanto os NoPath cruzam metalcore e punk numa música marcada pela oposição ao ódio e à intolerância.
Maria Leitão apresenta o seu disco de estreia, «Para Onde Vão as Coisas Perdidas». O concerto dá a conhecer o primeiro conjunto de canções da cantora e autora.
Um quarteto de cordas revisita a música para cinema de Hans Zimmer num concerto à luz das velas. O programa previsto inclui Time, de Inception, Cornfield Chase, de Interstellar, e temas de Gladiator e Pirates of the Caribbean.
A Roda de Cumbia dos Hijos de Luzia reúne músicos ligados a Rosa Mimosa y sus Mariposas, San La Muerte Cumbia Club e Largo da Cumbia. A noite inclui ainda a seleção musical de Guillotina DJ, centrada na dança e na cultura latino-americana.
Os Noventamente revisitam canções dos anos 1990, do pop ao rock alternativo. O espetáculo reúne êxitos dessa década num repertório pensado para cantar e dançar.
Ha Suyean e Hwang Hyeyoung formam Dal:um, duo que reinterpreta os cordofones sul-coreanos gayageum e geomungo numa linguagem contemporânea. Apresentam «Coexistence», inspirado em paisagens próximas de Seul e em lugares descobertos nas suas digressões europeias.
Bárbara Tinoco apresenta «Hormonal» no ciclo Caixa na Culturgest. Pensado como um diário musical, o álbum explora amor, identidade, maternidade e transformação através de canções de carácter pessoal.
Ryan Adams apresenta-se a solo num concerto que cruza rock e folk. O músico norte-americano revisita um percurso que inclui álbuns como «Heartbreaker», «Gold» e «Ashes & Fire».
Os Dire Straits Legacy revisitam canções como «Money for Nothing», «Sultans of Swing» e «Romeo and Juliet». O projeto reúne músicos ligados a diferentes fases dos Dire Straits, com Alan Clark, Phil Palmer, Mel Collins, Marco Caviglia e Danny Cummings em palco.
Os irmãos Leo e Rafa Schmid formam Two Lanes, duo que combina piano acústico, sintetizadores analógicos e eletrónica. «A Part of Us» cruza referências neoclássicas, ambient, deep house e techno melódico.
A Gringo’s Washboard Band cruza blues, jazz e gospel numa abordagem contemporânea. Liderada pelo percussionista Guto Krainski, coloca a tábua de lavar no centro de uma formação que combina instrumentos acústicos, metais e guitarra elétrica.
Os IST IST são um quarteto de Manchester ligado ao post-punk. O concerto integra o regresso da banda a Portugal após a edição de «Dagger», disco de estúdio lançado em 2026.
Heroína, Iguanas e Prado partilham uma noite entre rock, experimentação e eletrónica. O noise rock de Heroína encontra as canções de Leonardo Bindilatti e Lourenço Crespo, dos Iguanas, e as guitarras, ritmos e vozes de Prado, que exploram experiências de opressão e resistência.
MC Sogopira apresenta-se pela primeira vez em Portugal. O artista tem desenvolvido o seu trabalho em colaboração com DJs e outros MCs: lançou Bati na PALOP com DJ Sanex e participa em Cypher, do álbum Alma di Batucada, ao lado de MC Scobar, MC Ruben e outros intérpretes.
O Alma de Coimbra celebra 20 anos com um programa dedicado a poetas e compositores de língua portuguesa. Arranjos de Augusto Mesquita aproximam fado, música tradicional, mornas e outras sonoridades lusófonas, através do coro masculino e do grupo de guitarras.
Os Solistas da Metropolitana interpretam o Octeto em Fá maior, D. 803, de Schubert. Escrito em 1824, o programa põe em diálogo clarinete, fagote, trompa e cordas, distribuindo o protagonismo pelos oito músicos.
Beatrice Rana apresenta um recital que percorre Bach, Debussy e Chopin. A Segunda Suíte Francesa de Bach e o primeiro livro de Estudos de Debussy antecedem dois noturnos, a Segunda Balada e o Terceiro Scherzo de Chopin.
Les Musiciens du Louvre interpretam os Concerti Grossi, op. 3, de Händel, sob direção de Marc Minkowski. O conjunto de seis concertos aproxima a tradição italiana da escrita teatral do compositor; Cesário Costa conduz uma conversa antes da atuação.
Ezhel apresenta um repertório que cruza hip-hop, trap, reggae e referências da tradição musical turca. O concerto percorre canções sobre pertença, liberdade, deslocação e questões sociais, integradas na sua digressão de 2026.