Um quarteto de cordas revisita a música para cinema de Hans Zimmer num concerto à luz das velas. O programa previsto inclui Time, de Inception, Cornfield Chase, de Interstellar, e temas de Gladiator e Pirates of the Caribbean.
Idio Chichava cria uma dança que parte do Xiquelene, em Maputo, e das suas vozes, cantos e movimentos. Em Dzudza, a capulana e o canto atravessam a cena como elementos de identidade, resistência e convivência.
CineFé reúne cinema de temática religiosa cristã de diferentes países. O festival aproxima criação audiovisual, espiritualidade e diálogo cultural, acolhendo realizadores consagrados e novos talentos.
Katy Martins cruza histórias e humor em espanhol sobre ser venezuelana e filha de portugueses, explorando identidade e situações inesperadas entre as duas culturas.
Noites da Madeira homenageia o pianista e cantor Celso Rodrigues e o seu percurso nos espaços hoteleiros da região. Com direção artística de Miguel Pires, músicos, imagens e histórias reconstituem essa memória da música ao vivo madeirense.
A BCCO regressa a Lisboa para uma festa de ambiente industrial com ÜBERKIKZ, Mac Declos, Ketarina e Meibi em back-to-back com TAXSH. A apresentação destaca grooves intensos e uma seleção contínua de elevada energia.
Phil Kay apresenta stand-up em inglês com histórias excêntricas, humor físico e canções improvisadas, explorando viagens e quotidiano em contacto com o público.
Programa duplo de dança: Lara Peres Rocha apresenta Por Assim Dizer, explorando a transformação entre corpo e linguagem. MOTHERLAND, de Francisca Mantas Pinto, interroga maternidade, trabalho e criação artística, aproximando brincadeira, descanso e expectativas de produção.
Os Sete Lágrimas interpretam canções do Cancioneiro de Elvas, manuscrito português do século XVI. Filipe Faria e Sérgio Peixoto dirigem e cantam este programa, acompanhado por adufe, flauta, baixão, harpa, vihuela e violone.
Jack Gilinsky e Jack Johnson apresentam a nova fase de Jack & Jack, associada ao álbum Symbiosis. O duo norte-americano construiu o seu percurso com canções como No One Compares to You e a colaboração Rise, com Jonas Blue.
CRIS apresenta Overthinker entre pop alternativo e neo-soul, com canções íntimas sobre inquietações e relações. Guitarras, Rhodes e banda acompanham a voz.
Em Emmanuel II, Manu Payet parte de episódios do quotidiano para falar sobre envelhecer e ser pai. O solo de comédia cruza memórias pessoais e a forma como a passagem do tempo altera a relação consigo e com os outros.
Azafrán cruza música persa, flamenco e jazz através da guitarra microtonal de Sina Shirazi. Carlos Mil-Homens, Asaf Rabi e Irene Hernández acrescentam percussão, baixo elétrico e dança flamenca.
Mário Laginha apresenta a solo o universo de Retorno, aproximando temas compostos e improvisações. O piano explora uma estrutura livre, aberta a novas influências e à aproximação ao fado.
Joana Oliveira, Marcos Bilro, Miguel Valente, Rafael Jesus e Vítor Costa participam num espetáculo solidário de stand-up ligado ao Novembro Azul. As receitas apoiam o Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
Simon Stone retrata Ian Charleson enquanto prepara Hamlet no National Theatre e enfrenta um diagnóstico de SIDA. Andrew Scott, Olivia Colman, Billie Piper e Johnny Flynn integram o elenco.
Liliana Marques recebe diferentes comediantes nas Com Calma Comedy Sessions. As noites de stand-up combinam testes de material novo com atuações de humoristas experientes, num espaço intimista.
Clubbing Amazónico cruza cantos Puyanawa, jazz, eletrónica, tecnobrega e cinema expandido com Puwewere Puyanawa, MIND, Gang do Eletro, Ayahuasca Detectives e seleções de DJs.
Depois de um acidente de avião, um militar e o seu cão ficam isolados na natureza selvagem do Alasca. Brad Pitt protagoniza esta aventura de sobrevivência centrada no vínculo entre os dois.
Heart of the Beast — Heróis Inseparáveis acompanha um militar e o seu cão de combate numa luta pela sobrevivência no Alasca, centrada na confiança entre homem e animal.
Marta Pazos encena Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, para o Teatro Nacional São João. À chegada a um cais após a morte, figuras de diferentes condições sociais confrontam um Anjo e um Diabo e tentam justificar a vida que levaram. A encenação convoca a dança e as artes visuais para reativar a sátira e a dimensão popular do auto.
Este Mundo constrói uma sucessão de situações a partir do gesto, da respiração e da presença dos intérpretes. Ar, luz, calor, peso e equilíbrio inspiram uma criação em que diferentes corpos encontram formas próprias de movimento.