Yemen Blues cruza tradições iemenitas com blues, jazz, funk e ritmos da África Ocidental. O projeto de Ravid Kahalani constrói o concerto em torno da voz e do diálogo entre diferentes linguagens musicais.
«João Paulo Esteves da Silva – País Distante» está anunciado como concerto em Sala 2 - Casa da Música, em Porto. Entre a composição e a improvisação, entre o jazz e outras linguagens musicais, País Distante reúne diferentes territórios do universo de João Paulo Esteves da Silva. Para os percorrer, o pianista e compositor conta com Julian Argüelles nos saxofones, Rodrigo Correia no contrabaixo e José Salgueiro na bateria.
Louise Knobil cruza contrabaixo, voz, jazz contemporâneo e chanson francesa em canções de caráter pessoal. A noite prossegue com os Jazzanova e Wayne Snow, num encontro entre jazz, eletrónica, soul e broken beat.
Mescla combina vinho, música, artes, gastronomia e bem-estar na Casa da Música. Exposições, provas e atividades coexistem com três pistas de DJs dedicadas a eletrónica, músicas do mundo e disco.
«Kohelet – Ricardo Coelho 5Tet» está anunciado como concerto em Sala 2 - Casa da Música, em Porto. Kohelet é o nome hebraico do livro bíblico Eclesiastes e é também o título do primeiro álbum do vibrafonista Ricardo Coelho, editado em 2025 pelo Carimbo Porta-Jazz. Nas notas de capa, Coelho cita uma passagem desse livro – “Lança o teu trigo sobre o mar, que passado algum tempo o recolherás” – para deixar uma pergunta que atravessa o disco: “Não sei se foi da água, mas eis que em mim brotou algo.
«Tomoki Sanders + Flat Earth Society» está anunciado como concerto em Sala 2 - Casa da Música, em Porto. Saxofonista, compositor e artista multidisciplinar, reconhecido por explorar territórios onde convergem jazz, música eletrónica, hip-hop e experimentação sonora, Tomoki Sanders apresenta-se pela primeira vez em Portugal. Filho do lendário saxofonista Pharoah Sanders, desenvolveu uma voz artística própria, marcada pela curiosidade, pela inovação e pela procura de novas formas de expressão.
Os Imarhan apresentam «Essam», disco em que o quinteto argelino aproxima o blues do deserto tuaregue de paisagens eletrónicas. O trabalho combina percussões tradicionais, sintetizadores e a voz de Sadam, alargando a sonoridade de uma banda que cruza tradição, funk e rock psicadélico.
Os Imarhan apresentam «Essam», álbum em que expandem o blues do deserto tuaregue para paisagens eletrónicas. O quinteto argelino cruza poesia ancestral, funk, rock psicadélico e ritmos pan-africanos, aproximando tradição e experimentação contemporânea.
Rodrigo Correia e João Barradas estreiam um duo com repertório de criação partilhada. Contrabaixo e acordeão aproximam experiências de jazz, música clássica e improvisação.
«Rita Redshoes» está anunciado como evento em Sala 2 - Casa da Música, em Porto. Uma vontade firme de homenagear o talento das compositoras portuguesas resultou no novo e sétimo álbum de Rita Redshoes, para o qual a artista convidou algumas das criadoras mais representativas da nossa música, como Luísa Sobral, Márcia, Joana Espadinha, Capicua ou A Garota Não, que contribuíram com canções e letras originais sobre as suas perspetivas do que é ser-se mulher no mundo. Ampliando o escopo do projeto, Rita exortou mulheres de todo o país a participarem de uma residência artística musical e, como corolário, a apresentarem o respetivo resultado num momento especial deste concerto – um símbolo de livre expressão e sentido de pertença a uma voz coletiva.
Rita Redshoes apresenta um álbum criado com compositoras portuguesas, a partir de diferentes perspetivas sobre ser mulher. O concerto inclui ainda o resultado de uma residência musical com mulheres da comunidade local.
«A Arte da Composição: Da História à Modernidade» está anunciado como oficina em Sala 2 - Casa da Música, em Porto. Uma contextualização histórica da prática de composição musical, das origens aos desafios enfrentados na atualidade, abordando assuntos tão diversos como as transformações do ato de compor num tempo em que as exigências tecnológicas, estéticas e interdisciplinares moldam profundamente o processo criativo, as diferenças entre a composição de música “absoluta” – concebida para a escuta autónoma – e a criação de obras inseridas em contextos intermediais ou multidisciplinares (ópera, cinema ou outras formas híbridas), o impacto das tecnologias de gravação e reprodução ou a composição pensada para a performance ao vivo em contraste com a que se destina ao registo sonoro. Um módulo enriquecido ainda pela participação especial do compositor Hèctor Parra, que partilha connosco a sua experiência e visão sobre os caminhos da composição musical no século XXI.
Adriana Calcanhotto apresenta-se a solo, acompanhada pela guitarra. O concerto reúne êxitos e canções recentes, cruzando poesia de língua portuguesa com MPB, bossa nova, pop e samba.
Viviane apresenta Ela por Elas, homenagem às vozes femininas da música portuguesa. Reinterpreta canções associadas a Diva, Mler Ife Dada, Salada de Frutas e Madredeus, com arranjos que aproximam esse repertório do seu fado mediterrânico.
Os Kialtera, banda de Famalicão, cruzam indie rock e rock alternativo com referências aos anos 2000. A sua música dá especial atenção às dinâmicas, às texturas e à construção de ambientes. Está anunciado como concerto em Porto.
«Kialtera» está anunciado como evento em Casa da Música, em Porto. Banda famalicense de indie rock/rock alternativo, Kialtera afirma uma identidade que não vive de rótulos fáceis. O quinteto apresenta o seu EP de estreia, you sound like her, que reúne canções introspetivas e momentos impactantes.
Maria Brasileira regressa a um lugar que chamou casa e reconstrói memórias do Brasil através de histórias e canções. Clara Haddad e Lúdica Música cruzam palavra, samba e bossa nova numa viagem sobre saudade, pertença e reencontro.
Rodrigo Cuevas apresenta La Belleza, baseado no repertório de Manual de Belleza. O artista asturiano cruza canção tradicional, eletrónica, humor e performance numa abordagem contemporânea ao folclore.
Rodrigo Cuevas apresenta La Belleza, baseado no repertório de Manual de Belleza. O artista asturiano cruza canção tradicional, eletrónica, humor e performance numa abordagem contemporânea ao folclore.
Inspirado no livro de Andrea Wulf, A Invenção da Natureza transforma as viagens e ideias de Alexander von Humboldt numa experiência de paisagens sonoras, visuais e sensoriais. Ana Bento, Bruno Pinto e Úrsula Pinto interpretam esta criação sobre a relação entre seres humanos e natureza, com artes visuais de Maria Mónica.
Vânia Leal apresenta uma leitura do fado tradicional que homenageia cantoras como Amália Rodrigues, Cristina Branco e Beatriz da Conceição. Natural de Barcelos, desenvolveu o seu percurso em casas de fado do Algarve e do Porto.
Svaneborg Kardyb apresentam Superkilen, aproximando os teclados de Nikolaj Svaneborg e a bateria de Jonas Kardyb de uma linguagem mais eletrónica. Na mesma noite, Vega Trails, projeto de Milo Fitzpatrick, apresenta Sierra Tracks, trabalho de jazz de câmara inspirado na serra de Guadarrama.
O concerto de Alan Stivell na Casa da Música foi cancelado, segundo o anúncio da sala. A apresentação celebrava 60 anos de carreira do compositor, harpista e cantor, com repertório ligado às culturas celtas.
Niklas Paschburg cruza piano, sintetizadores e texturas eletrónicas num concerto entre música neoclássica e ambient pop. O compositor e produtor alemão desenvolve esse universo em álbuns como Oceanic, Svalbard e Panta Rhei.
Niklas Paschburg cruza piano, sintetizadores e texturas eletrónicas num concerto entre música neoclássica e ambient pop. O compositor e produtor alemão desenvolve esse universo em álbuns como Oceanic, Svalbard e Panta Rhei.
O oboísta Roberto Henriques assume o papel de solista em obras de Mozart e Britten neste recital de música de câmara. O programa do ciclo Café com Nata inclui também um trio de cordas de Kodály, ligado ao interesse do compositor pela música popular húngara.
Vincent Peirani apresenta Time Reflections com o quinteto Living Being. O acordeonista explora a passagem do tempo através de composições que cruzam batidas contemporâneas, danças tradicionais e referências barrocas.
Vincent Peirani apresenta Time Reflections com o quinteto Living Being. O acordeonista explora a passagem do tempo através de composições que cruzam batidas contemporâneas, danças tradicionais e referências barrocas.
Rodrigo Leão celebra os 26 anos de Alma Mater com um ensemble instrumental, coro e convidados. O concerto revisita o repertório deste álbum da sua carreira a solo.
Christian Löffler apresenta Until We Meet Again com Adna, Johanna Burnheart, Midori Jaeger e Alex Maydew. Voz, guitarra, violino, violoncelo e piano dão uma dimensão acústica ao seu universo eletrónico entre ambient e techno.
O guitarrista norte-americano Al Di Meola apresenta composições do seu percurso e novas interpretações no Misty Fest. A sua carreira no jazz inclui colaborações com Chick Corea, John McLaughlin e Paco de Lucía.
Inspirado no último canto gravado do pássaro Ka‘ūai ‘Ō‘ō, o concerto reflete sobre extinção e memória sonora. Gravações de aves de diferentes regiões cruzam-se com sons eletrónicos e visuais de Bianca Dacosta.
Youn Sun Nah apresenta-se em duo com o pianista Bojan Z. A colaboração, nascida em torno de Elles, reúne homenagens a cantoras que marcaram o seu percurso e canções originais, entre jazz, folk e improvisação.
Youn Sun Nah apresenta-se em duo com o pianista Bojan Z. A colaboração, nascida em torno de Elles, reúne homenagens a cantoras que marcaram o seu percurso e canções originais, entre jazz, folk e improvisação.
Os PAUS despedem-se dos palcos com a digressão Enterro, ao fim de 18 anos. O concerto cruza a música da banda com imagens e sons do seu percurso e a participação de um coro.
Os PAUS despedem-se dos palcos com a digressão Enterro, ao fim de 18 anos. O concerto cruza a música da banda com imagens e sons do seu percurso e a participação de um coro.
Eliana Glass, Anne Paceo e Mammal Hands reúnem-se num programa triplo. Glass apresenta as canções para voz e piano de E, Paceo traz Atlantis, inspirado no oceano, e os Mammal Hands cruzam jazz, eletrónica e minimalismo em Circada.
Pijamas de Natal combina canções tradicionais e novas sonoridades num concerto criado por Beatriz Rola. Com Ana Conceição, Alexandre Curopos, Duarte Cardoso e Tiago Candal, percorre diferentes ambientes de uma noite de inverno, entre recolhimento, convívio e celebração.
Jane Monheit dedica I Am In Love! à música de Cole Porter, acompanhada por um ensemble com novos arranjos para este projeto. O repertório inclui Night and Day, Easy to Love e From This Moment On, numa leitura centrada no jazz vocal e no swing.
Os alunos do Curso de Jazz da ESMAE apresentam composições e arranjos para big band. O concerto reúne os estudantes como autores e intérpretes, explorando diferentes linguagens do jazz em grande formação.
Um trio de piano, violino e violoncelo homenageia Ryuichi Sakamoto através do repertório do álbum 1996. O concerto inclui também composições de João Vasco e obras de videoarte criadas para acompanhar a música.
«Entre Baladas» parte do fado de Coimbra para explorar uma linguagem contemporânea de voz e piano. Canções clássicas e originais mantêm o diálogo com a tradição e a memória da cidade.
Worakls cruza composição orquestral e eletrónica numa linguagem de melodias e texturas cinematográficas. O concerto acompanha a fase de From One Blink to Another, álbum em que o músico francês aproxima diferentes géneros contemporâneos.
Worakls cruza composição orquestral e eletrónica numa linguagem de melodias e texturas cinematográficas. O concerto acompanha a fase de From One Blink to Another, álbum em que o músico francês aproxima diferentes géneros contemporâneos.
Dirigida por Ray McVay, a Glenn Miller Orchestra junta os seus clássicos a músicas de Natal, com 21 músicos e cantores. In the Mood e Moonlight Serenade convivem com Santa Claus Is Coming to Town e Jingle Bells num programa de sonoridade swing.
O quarteto belga Ão cruza eletrónica, art pop e rock alternativo latino em torno de «Malandra». Brenda Corijn canta em português e inglês, inspirada pelas suas raízes portuguesas e moçambicanas, com guitarra, eletrónica e percussão.
Os Ão apresentam «Malandra», cruzando eletrónica, art pop e rock alternativo latino. O quarteto belga combina a voz de Brenda Corijn, em português e inglês, com guitarra, eletrónica e percussão, passando de melodias íntimas a ritmos dançantes.
O Coro Infantil Casa da Música apresenta-se sob direção musical de Raquel Couto, com Dalila Teixeira ao piano. O concerto integra o ciclo «Café com Nata», que propõe encontros musicais de domingo de manhã precedidos de um momento de convívio.
Desde 2004 que os Budda Power Blues fazem do blues matéria de reinvenção, cruzando a tradição do género com elementos do rock, do funk e da soul Formado por Budda Guedes (guitarra e voz), Nico Guedes (bateria) e Carl Minnemann (baixo), o trio torna-se sexteto na presença de João Martins (saxofone), Rui Pedro Silva (trompete) e João Andresen (harmónica) para defender em palco um percurso ímpar que regista já 12 álbuns editados e colaborações com músicos de diferentes universos. Está anunciado como oficina / formação em Porto.
Os Budda Power Blues regressam à Casa da Música, no Porto, para um concerto muito especial: a apresentação de “Alright”, o novo álbum de inéditos da banda, gravado ao vivo precisamente neste palco em Dezembro de 2025 Um ano depois, as canções voltam ao lugar onde nasceram para uma noite que é, simultaneamente, apresentação de um novo disco e celebração de uma carreira construída ao longo de mais de duas décadas. Está anunciado como conferência / conversa em Porto.
Em «Underground II», os UHF apresentam uma seleção de 22 canções habitualmente menos ouvidas nos seus concertos. A banda revisita o repertório para lá dos maiores êxitos numa atuação concebida para a Casa da Música.
António Miguel Teixeira e Sofia Nereida transformam a oficina «A Flauta Mágica do Mozart» num concerto encenado. As aventuras de Mozart e da irmã Nannerl conduzem uma descoberta lúdica da música do compositor.
O festival reúne bandas que fazem música em contexto escolar, num encontro de partilha de projetos e experiências. Cada concerto recebe até três formações convidadas, com um tema ligado à programação da Casa da Música.
Sean Riley & The Slowriders celebram duas décadas de carreira com uma viagem pelo seu repertório. Folk, rock e blues ligam os primeiros discos, como «Farewell» e «Only Time Will Tell», às composições mais recentes.
O pianista Joep Beving leva «Liminal» à Casa da Música, explorando a relação entre o ser humano e a natureza. As novas composições encontram temas de outros momentos da sua discografia.
Ana Lua Caiano apresenta um disco de letras de protesto e atenção a questões sociais. Teclas, piano, sopros e harmonias vocais juntam-se a drum machines, gravações de campo e elementos tradicionais reinterpretados.
O festival reúne bandas que fazem música em contexto escolar, num encontro de partilha de projetos e experiências. Cada concerto recebe até três formações convidadas, com um tema ligado à programação da Casa da Música.
Kadebostany apresenta «The Outsider» num espetáculo em três atos, com banda reforçada e encenação visual e teatral. Novos temas juntam-se ao universo pop eletrónico do projeto de Guillaume de Kadebostany, combinando instrumentação orgânica e eletrónica.
Alunos e professores de várias idades reúnem-se numa maratona dedicada ao clarinete. Atuações a solo e em grupo exploram os timbres e as possibilidades do instrumento num dia de partilha musical.
«As Três Guitarras» reúne Ângelo Freire, José Manuel Neto e Luís Guerreiro. O concerto aproxima três gerações de intérpretes e as suas formas de explorar a sonoridade da guitarra portuguesa.
Alice atravessa o espelho e encontra um mundo onde o tempo deixou de obedecer ao metrónomo. Nesta criação musical de Jorge Queijo, alia-se a personagens ameaçadas por esse instrumento transformado em monstro, explorando ordem, caos e liberdade rítmica.
Os Nouvelle Vague apresentam «A Date with Depeche Mode», álbum dedicado ao repertório da banda britânica. O coletivo francês cruza estas novas versões com temas do seu percurso, reinterpretando o pós-punk e a new wave através da bossa nova.
Elvira apresenta «Braço de Ferro», um álbum de estreia marcado pelos desafios e transformações da maternidade. A cantora e compositora do Porto cruza escrita autobiográfica e pop num diálogo entre vulnerabilidade e determinação.
O trio Siloé apresenta «Terrorismo Emocional», cruzando pop-rock independente e eletrónica. Fito Robles, Xavi Road e Jaco Betanzos revisitam também canções como «Todos los besos», «Si me necesitas, llámame» e «La verdad».
O filme mudo Viagem à Lua, realizado por Georges Méliès em 1902, serve de ponto de partida para uma sessão de cinema e música ao vivo. Jorge Queijo, Óscar Rodrigues e Paulo Neto, da Digitópia, criam o acompanhamento sonoro desta viagem cinematográfica.
Salvador Sobral apresenta A Flor do Recomeço, um repertório de canções inéditas escritas por autores brasileiros. Katerina L’Dokova, Eva Fernández, Sebastià Gris, André Rosinha e Joel Silva acompanham o cantor neste encontro entre a sua interpretação e a composição brasileira.
Bebéthoven imagina os sons e os elementos da natureza que antecederam o nascimento de Beethoven. Concebido por António Miguel Teixeira, que interpreta com Duarte Cardoso, Flávio Aldo, Joana Pereira e Joaquim Alves, o espetáculo termina no momento em que o compositor nasce.
The Pineapple Thief apresentam It Leads to This, num concerto de art rock progressivo. Bruce Soord, Gavin Harrison, Jon Sykes e Steve Kitch exploram o contraste entre passagens delicadas e momentos de maior intensidade.
Os The Pineapple Thief apresentam «Far and Wide» num concerto alargado que inclui uma secção acústica. A banda liderada por Bruce Soord, com Gavin Harrison na bateria, cruza o novo álbum com outros momentos do seu catálogo.
Minimal assinala os noventa anos de Philip Glass através de um projeto que cruza música minimalista e inclusão. Paul Griffiths e Pete Letanka dirigem os formandos do 21.º Curso de Formação de Animadores Musicais numa parceria com uma instituição de pessoas com necessidades específicas.
«Cara de Espelho» está anunciado como evento em Sala 2 - Casa da Música, em Porto. Desde o princípio, os Cara de Espelho usam o espelho para aquilo que ele faz melhor: pôr à vista o pequeno poder e a grande esperteza, a fé conveniente e a indignação seletiva, o negócio disfarçado de progresso, a mentira repetida até parecer verdade, a opinião que dispensa os factos e as muitas formas, antigas e novas, de sacudir a lama do próprio capote. Este concerto reflete aquilo que sempre esteve no centro dos Cara de Espelho: observar comportamentos, desmontar discursos, reconhecer contradições e transformar tudo isso em canções.
Supriya Nagarajan e Duncan Chapman apresentam Meltwater, um concerto com imagens sobre degelo e sustentabilidade. Com a participação de Daniel Almeida, a criação aproxima música indiana, tradição portuguesa e tecnologia sonora para refletir sobre as alterações climáticas.
Miguel Carmona apresenta as suas canções, incluindo o universo de Fora de Horas, num concerto marcado pela guitarra e pela utilização de loops. A abordagem multi-instrumental permite construir e transformar as músicas em palco.
Miguel Carmona leva à Casa da Música o álbum Fora de Horas, novas canções e participações de convidados. O cantautor combina escrita própria com a construção de performances em loop, desenvolvida também nas suas versões e mashups.
Joana Araújo e Tiago Oliveira criam um dicionário imaginário feito de sons em DiSomNário. O concerto convida bebés e crianças a escutar, imaginar e participar, descobrindo sons familiares e inesperados.
Elba Ramalho leva ao palco a sua ligação aos ritmos do Nordeste brasileiro. O percurso da cantora cruza-se com figuras como Chico Buarque, Luiz Gonzaga, Jackson do Pandeiro e Dominguinhos.
A dupla mexicana Rodrigo y Gabriela apresenta a digressão OurHome. O repertório acompanha um álbum centrado na guitarra acústica, em diálogo com rock, metal e música clássica.
Jonathan Ayerst e António Miguel Teixeira cruzam música e narrativa em torno da infância. A história de Babar, musicada por Poulenc para piano e narrador, encontra as peças de Children’s Corner, de Debussy, acompanhadas por textos originais.
Chouchou reinventa Children’s Corner, de Debussy, a partir das memórias, dos sonhos e das fantasias imaginadas da filha do compositor. Beatriz Rola, Duarte Cardoso, Filipe Fernandes e Maria Mónica criam e interpretam esta viagem entre música e imaginação.
Os Cassete Pirata encerram a digressão dos dez anos com uma revisão do seu percurso e a apresentação de temas novos. Formada por cinco músicos ligados ao jazz, a banda desenvolveu uma linguagem de indie rock com canções em português.